RESPEITO AO CONSUMIDOR!

Não queremos DESCULPAS!
Não aceitamos o SUBORNO de troca de mercadoria!
QUEREMOS RESPEITO, para não continuarmos a comer comida podre, com bichos, com cocô!

quinta-feira, 4 de abril de 2013

QUEIJO COM COCÔ!





Aqui, neste blog, nós dizemos que "cocô" é qualquer elemento estranho que seja encontrado em produtos alimentícios.

"Cocô" é só a metáfora para comida estragada, com bicho, mal conservada, podre que comerciantes e empresários da área alimentícia inescrupulosos - ou diríamos criminosos - nos vendem em bares, restaurantes, supermercados etc.


Contra esses - CRIMINOSOS? SIM, CRIMINOSOS! - é que lutamos, com as seguintes premissas:


- NÃO ACEITE CHANTAGEM: TROCA DE MERCADORIAS E PRESENTES É CHANTAGEM, É UMA FORMA DE CONTINUAR ENGANANDO O CONSUMIDOR!

- SE HOUVE DANO, PROCESSE - MAS ESSE NÃO É O OBJETIVO PRINCIPAL, POIS ESSA GENTE É TÃO PODEROSA QUE QUALQUER INDENIZAÇÃO NÃO FAZ MUITA DIFERENÇA PARA ELES. ELES PAGAM E CONTINUAM COM SUAS PRÁTICAS ERRADAS.

- O MAIS IMPORTANTE É: PONHA A BOCA NO TROMBONE! DENUNCIE! CHAME A POLÍCIA, OS REPÓRTERES, PUBLIQUE NAS REDES SOCIAIS, ESPALHE!

- O QUE NÓS QUEREMOS É QUE OS EMPRESÁRIOS DA ÁREA DE ALIMENTAÇÃO TOMEM CONSCIÊNCIA DE QUE NÃO PODE HAVER DESCUIDO, NÃO PODE HAVER QUALQUER TIPO DE IRREGULARIDADE, PORQUE ALIMENTO COM COCÔ PODE MATAR OU DEIXAR SEQUELAS TERRÍVEIS!

- COM SAÚDE PÚBLICA NÃO SE BRINCA: ELES PRECISAM APERFEIÇOAR SEUS PROCESSOS EM TODA A LINHA DE PRODUÇÃO; ELES PRECISAM TREINAR SEUS FUNCIONÁRIOS; ELES PRECISAM MANTER VIGILÂNCIA TOTAL E CONSTANTE, PARA QUE OS PROBLEMAS SEJAM DETECTADOS ANTES DE CHEGAR À MESA DO CONSUMIDOR!

- AS EMPRESAS LIGADAS À ÁREA ALIMENTÍCIA NÃO PODEM CONTINUAR NOS FAZENDO DE IDIOTAS.


Leiam a reportagem abaixo e tirem suas conclusões sobre tudo o que dissemos:

Instituto detecta coliformes fecais em amostras de queijo minas
Do UOL
Em São Paulo
04/04/201315h57 > Atualizada 04/04/201316h42

Douglas Lambert/Folhapress







Alguns queijos analisados pelo Idec têm muito mais gorduras do que declaram no rótulo, e das nove marcas que se dizem light, oito não são


Uma pesquisa divulgada pelo Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) nesta quinta-feira (4) mostra que diversas marcas de queijo minas frescal existentes no mercado são mais gordurosos e têm menos proteínas do que declaram no rótulo. Além disso, alguns produtos apresentam quantidade de coliformes fecais acima do limite permitido, o que representa uma ameaça à saúde.

A análise foi feita entre dezembro de 2012 e janeiro de 2013. Foram avaliadas em laboratório 25 amostras de queijos de 15 marcas: Almeida, Almeida Light, Cana do Reino, Cascata, Cascata Light, Cristina, Cristina Light, Cruzília, Dia, Dia Light, Fazenda Bela Vista, Ipanema, Ipanema Light, Montesanina, Puríssimo, Puríssimo Light, Quatá, Quatá Light, Santa Clara 85%, Santa Clara SanBios, Santiago, Santiago Light,  Tirolez, Tirolez Light e Vernizzi.

O Idec encontrou coliformes fecais acima do limite permitido em queijos de cinco marcas: 

Almeida, 

Almeida Light,

 Cascata,

Santiago Light 

e Verinizzi. 


Para a pesquisadora e nutricionista do Idec Ana Paula Bortoletto, apesar de nenhum outro micro-organismo (patogênico ou não) ter sido detectado, o nível de contaminação por coliformes de origem fecal foi alto. O limite estabelecido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) é de até 500 UFC (Unidades Formadoras de Colônia). As cinco marcas tinham quantidade dez vezes maior.

A intoxicação alimentar causada pelos coliformes fecais pode causar diarreia (às vezes com sangue), vômito, dor de estômago, gases, dor abdominal e até infecção urinária ou nos rins. Quanto mais pedaços do lácteo forem ingeridos, maiores as chances de quem comeu passar mal. "Além disso, crianças, idosos e pessoas com baixa resistência imunológica (pacientes com câncer ou portadores de HIV, por exemplo) são mais vulneráveis a esses efeitos", informa o comunicado do Idec.


Rótulos incorretos


O teste também verificou a quantidade dos principais nutrientes presentes nesse tipo de queijo: proteínas, gorduras (totais, saturadas, insaturadas e trans), cálcio e sódio. Os valores detectados foram comparados com os declarados na tabela nutricional presente na embalagem dos produtos.

A conclusão foi que as empresas informam incorretamente a quantidade de nutrientes no rótulo. Alguns têm muito mais gorduras do que declaram, e das nove marcas que se dizem light, oito não são.

As maiores variações entre o valor do rótulo e o real foram identificadas nos queijos light.  O pior caso foi o do Dia Light, que tem 932% a mais de gorduras totais em relação ao que é declarado na embalagem. Quase 10 vezes mais. O rótulo informa que uma porção de 30 g do alimento tem apenas 0,5 g desse nutriente, mas, na verdade, contém 5,16 g.
No geral, os produtos apresentam discrepância em mais de um nutriente. O queijo Santiago Light, por exemplo, informa valores muito diferentes do que realmente tem em sua composição para gorduras totais, saturadas e insaturadas, e também para sódio.
Quando se trata de proteínas, o problema é generalizado e afeta tanto os light quanto os integrais: em 19 das 25 amostras a quantidade real do nutriente é menor que a informada no rótulo.

Light?


Os queijos Puríssimo Light e Santiago Light vão além: o teste identificou que o teor de gorduras totais deles é maior que o dos produtos convencionais da mesma marca. A versão light da marca Puríssimo tem 9,1% mais gorduras totais que o integral; no caso dos queijos Santiago, a diferença é de 0,6% a favor do integral.

O Dia light contém praticamente a mesma quantidade de gorduras totais que seu similar integral: o primeiro tem 5,16 g de gorduras totais por porção, e o segundo, 5,30 g. "O consumidor é enganado porque pensa que está comprando um alimento mais saudável, mas que, na verdade, não é", destaca Ana Paula.

Para a Anvisa, apesar da quantidade limitada de queijos testados, chama a atenção a alta incidência de amostras com problemas. De acordo com o órgão regulador, a legislação sanitária não exige que os fabricantes apresentem laudos que atestem a composição físico-química dos alimentos, mas eles são responsáveis pela qualidade dos produtos que ofertam, bem como pelas informações veiculadas nos mesmos.

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) vai analisar o resultado do teste realizado pelo Idec e solicitar que os órgãos estaduais fiscalizem as empresas envolvidas.

Segundo a divisão de leite e derivados do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Dipoa), do Mapa, os fabricantes devem fazer análises microbiológicas frequentes para atestar a qualidade de seus produtos. O órgão de inspeção estadual coleta periodicamente amostras dos alimentos para verificar se o controle feito pela empresa está adequado. Se for constatado problema, o governo exige o recolhimento dos produtos, multa a empresa e, dependendo da gravidade da falha, suspende a produção.
Respostas das empresas

Em relação à análise nutricional e rótulo, as empresas responsáveis pelas marcas Cruzília, Fazenda Bela Vista e Vernizzi alegaram que seus produtos estão de acordo com as normas de rotulagem, pois a RDC nº 360/2003 da Anvisa estabelece tolerância de 20% para mais ou para menos dos teores declarados no rótulo. Elas disseram também que a quantidade de gorduras insaturadas não deveria ser questionada pelo Idec porque sua declaração não é obrigatória.

A responsável pela marca Cristina Light informou que encaminhou amostras do produto para análise e que, se for comprovado que a rotulagem nutricional está incorreta, tomará providências imediatas para sua adequação.

A Tirolez, além de também defender que a tolerância para o teor de nutrientes declarado no rótulo é para mais ou para menos, justificou que a variação de gorduras saturadas no queijo convencional da marca deve-se à perda de soro decorrente de mudanças na temperatura de refrigeração do produto. Quanto à discrepância no teor de gorduras totais, saturadas e insaturadas na versão light, disse que os resultados do teste do Idec não condizem com o histórico da empresa, que faz análises periódicas, e enviou laudos de maio de 2011 e outubro de 2012.
A responsável pela marca Dia Light avisou que notificou todos os funcionários envolvidos, que solicitou ao Serviço de Inspeção Federal a análise do produto e que adotará todas as medidas necessárias para que o fato não volte a ocorrer.
As donas das marcas Cana do Reino, Puríssimo e Purríssimo Light disseram que vão alterar o rótulo.
A responsável pelas marcas Almeida e Almeida Light afirmou que desde janeiro deste ano substituiu a empresa terceirizada que produz os queijos, pois já havia identificado problemas no processo de fabricação.

Em relação à análise microbiológica, que detectou coliformes fecais, uma empresa responsável por duas marcas reprovadas (Santiago Light e Cascata) não respondeu até o fechamento do texto divulgado pelo Idec.

A Vernizzi disse que o número de amostras analisadas deveria ser de pelo menos cinco e questionou sobre a temperatura de armazenamento no ponto de venda e no transporte das amostras até o laboratório, argumentando que o produto, por ter alta umidade e sofrer muita manipulação, está sujeito a uma série de contaminações.

A Almeida e Almeida Light: a responsável pelas marcas afirmou que desde janeiro deste ano substituiu a empresa terceirizada que produz os queijos, pois já havia identificado problemas no processo de fabricação.


OVO DE PÁSCOA MOFADO... E AS DESCULPAS DE SEMPRE!



A HISTÓRIA SE REPETE: ELES DESRESPEITAM O CONSUMIDOR E DIZEM QUE NÃO TÊM NADA COM ISSO, QUE ESTÃO FAZENDO RECALL...

RECALL????

NÃO SE FAZ SUBSTITUIÇÃO DE PRODUTO ALIMENTÍCIO ESTRAGADO!!!

NÃO QUEREMOS DESCULPAS: 

QUEREMOS AÇÃO, ATITUDE DE RESPEITO AO CONSUMIDOR, COMPROMISSO - SÉRIO, E NÃO APENAS PARA A MÍDIA - DE QUE VÃO REVER E/OU MUDAR PROCESSOS DE FABRICAÇÃO, CONSERVAÇÃO E TRANSPORTE; QUE VÃO DAR MAIS TREINAMENTO A SEUS FUNCIONÁRIOS; QUE VÃO FISCALIZAR MELHOR SEUS PROCESSOS E RETIRAR IMEDIATAMENTE DAS LOJAS TODO E QUALQUER ALIMENTO QUE VENHA A APRESENTAR PROBLEMA, ANTES QUE CHEGUE À MESA DO CONSUMIDOR! OU SEJA: QUEREMOS PREVENÇÃO!!!

LEIAM A REPORTAGEM ABAIXO E VEJAM SE NÃO CONCORDAM COM ISSO QUE DISSEMOS:



Cacau Show é notificada por vender ovo de Páscoa mofado, anuncia Procon









 A Cacau Show foi notificada nesta quarta-feira, 3, pela Fundação Procon-SP após reclamações de consumidores que teriam comprado ovos de Páscoa mofados. Conforme a Veja, as queixas feitas à entidade se referem ao produto Ovo Brigadeiro, da linha Dreams.

O Procon-SP quer que a Cacau Show esclareça a origem do problema no produto e o que foi feito para compensar os consumidores afetados. “O importante é saber a origem da falha para identificar se há necessidade de recall”, afirmou a técnica da fundação Andrea Benedetto.

Em nota, a Cacau Show disse estar fazendo a troca imediata dos ovos que apresentaram sinais de mofo por qualquer item a escolha do cliente, em qualquer uma das lojas. No comunicado, a empresa diz que não houve falha na fabricação do alimento.”Nosso controle de qualidade reavaliou as amostras e constatou que as eventuais alterações no ‘Ovo Brigadeiro’ ocorreram muito provavelmente devido ao armazenamento inadequado”.

Segundo o Procon-SP, se houver falhas na fabricação, a empresa poderá ser multada em R$ 6 milhões.


terça-feira, 19 de março de 2013

ADES: SUCO COM ÁGUA SANITÁRIA OU SUCO COM FUNGO? O QUE VOCÊ PREFERE?





SOJA OU ÁGUA SANITÁRIA? 


A ANVISA - Agência de Vigilância Sanitária - interditou lotes de suco ADES da fábrica de Pouso Alegre, ontem, 18 de março de 2013, depois que se confirmou a contaminação com água sanitária.

A UNIVLEVER - poderosa empresa da área de alimentos - é quem produz uma grande variedade de sucos comercializados no Brasil.

Diz a empresa que houve uma falha no precesso de industrialização do suco.

É assim: eles têm sempre uma desculpa para o DESRESPEITO AO CONSUMIDOR.



INDÚSTRIA DE ALIMENTOS NÃO PODE FALHAR!



PRINCIPALMENTE QUANDO ESSA FALHA COLOCA EM RISCO A VIDA E A SAÚDE DAS PESSOAS.

Eles ganham rios de dinheiro às nossas custas. Não podem nos tratar como idiotas!


NÃO ACEITAMOS DESCULPAS.

QUEREMOS PROVIDÊNCIAS!


Porque, principalmente, no mesmo dia em que leio a notícia da interdição, encontro no
 FACEBOOK A DENÚNCIA DE UMA CONSUMIDORA -  CARLA UCHOA:


(ADES COM FUNGO: FOTO DA CONSUMIDORA)



Horrorizada!!! Alguns dias atras como de costume, tomei um Ades original pela manha com nescau. Porém quando estava quase terminando o Ades, fui colocar no meu copo e me deparo com uma gosma no leite !!! Imediatamente abro a embalagem e me deparo com este fungo nojento, ligo para o sac da empresa, que me diz com naturalidade e como se nada tivesse acontecido que isso pode ocorrer devido a um defeito na embalagem mas que eles iriam buscar o mesmo e me enviariam um novo produto!!! Estou indignada!!! Não quero um novo produto estou com nojo, não consigo nem mais beber esse leite, quero uma solução, uma resposta, que eles mostrem o mínimo de preocupação com o ocorrido, não se deram nem ao trabalho de perguntar se as pessoas que haviam consumido estavam bem !!! É muito descaso, não ia divulgar as imagens mas devido as circunstancias faço o meu papel de alertar, já que pelo visto nenhuma medida será adotada pela empresa para que isso não ocorra novamente, pois para eles é algo normal, que pode acontecer !!!! ABSURDO !!!!



CONCORDAMOS INTEIRAMENTE COM ESSA CONSUMIDORA: ISSO É UM ABSURDO!

E A DENÚNCIA É A NOSSA ARMA CONTRA ESSA GENTE:

- NÃO ACEITE DESCULPAS!

- NÃO ACEITE TROCA DO PRODUTO CONTAMINADO OU COM PROBLEMA DE CONSUMO: ISSO É CHANTAGEM!

- TAMBÉM É CHANTAGEM OFERECEREM PRESENTES A CONSUMIDORES LESADOS!


A ÚNICA SAÍDA PARA O CONSUMIDOR NÃO CONTINUAR COMENDO COCÔ QUE ESSAS PODEROSAS EMPRESAS MULTINACIONAIS DE ALIMENTAÇÃO COLOCAM NAS NOSSAS MESAS É A DENÚNCIA!


CONSUMIDOR:


BOTE A BOCA NO TROMBONE! 

ESSA GENTE TEM QUE APRENDER A NOS RESPEITAR!



PS (ALGUNS DIAS DEPOIS):  

Observação de leitor:

Pessoal, gosto do blog e até divulguei o trabalho de vocês no foodsafetybrazil.com, porém para a credibilidade, as informações corretas devem ser postadas. O resíduo apresentado foi de detergente cáustico, não de cloro (água sanitária).

DETERGENTE CÁUSTICO ou ÁGUA SANITÁRIA: O DANO É O MESMO, O PROTESTO É O MESMO, A ENCRENCA É A MESMA.

Mas fica anotada a retificação de Juliane Dias, com o nosso muito obrigado. 

Que outros leitores aqui compareçam para dar suas opiniões, retificações, críticas... e continuem divulgando se não o blog, pelo menos as ideias e denúncias aqui publicadas.


terça-feira, 12 de março de 2013

PÃO DE AÇÚCAR JABAQUARA: CARNE PODRE NAS GÔNDOLAS!







"Ontem, à tardinha, fui ao Pão de Açúcar do Jabaquara, comprar algumas misturas, e carne para o jantar.

Quase chegando em casa, encontrei uma vizinha "puta" da vida, que acabara de comprar frango no mesmo supermercado e, ao chegar em casa, constatara que o frango estava podre!

Sim, podre por baixo!

Os ossos da ave estavam até verdes!

Imediatamente, entrei em casa e fui verificar a carne que havia comprado. TAMBÉM ESTAVA PODRE!

Sim, podre por baixo!

Só abrindo a embalagem, para verificar as condições do produto - tanto do frango da vizinha quanto da carne por mim comprada - porque ELES FAZEM ASSIM: TENTAM ENGANAR O CONSUMIDOR!

Não é a primeira vez que encontramos alimentos em mau estado de conservação no PÃO DE AÇÚCAR JABAQUARA:

o gerente dessa loja é useiro e vezeiro em desligar à noite a refrigeração dos alimentos perecíveis, para economizar energia;

o gerente dessa loja é useiro e vezeiro em remarcar datas de produtos vencidos, reembalando-os e colocando-os de novo nas gôndolas."


(Foto da consumidora A.G.)



Esse é o DEPOIMENTO DA DONA DE CASA A.G. (preservamos o seu nome, por motivos de segurança).

A. G. nos contou que voltou à LOJA PÃO DE AÇÚCAR JABAQUARA e obrigou o gente a retirar todo o lote de carne vencida, inutilizando-o  na frente de uma pequena multidão que se aglomerou.

MAS ISTO NÃO BASTA: É NECESSÁRIO DENUNCIAR! Como estamos fazendo aqui.

E, SE NECESSÁRIO, CHAMAR A POLÍCIA!

ESCREVER PARA OS ÓRGÃOS DE FISCALIZAÇÃO SANITÁRIA!

ALERTAR A IMPRENSA!

Porque carne podre É COCÔ NA NOSSA MESA!




LUGAR DE GENTE FELIZ?


ATÉ QUANDO OS GERENTES DE SUPERMERCADOS - E MUITOS DELES ADOTAM, SIM, ESSAS PRÁTICAS DE DESLIGAR ENERGIA DE CONGELADORES E RECICLAR ALIMENTOS VENCIDOS - VÃO CONTINUAR TENTANDO FAZER O CONSUMIDOR DE IDIOTA?

PRECISAMOS FICAR ATENTOS: 

OS CONSUMIDORES QUE DESCONFIARAM DE TAIS PRÁTICAS DEVEM DENUNCIÁ-LAS, DEVEM FAZER BOLETIM DE OCORRÊNCIA, DEVEM CHAMAR A POLÍCIA!

O lucro à custa da saúde das pessoas é CRIME!

ESSA GENTE TEM QUE SER PROCESSADA E MANDADA PRA CADEIA!!!




domingo, 17 de fevereiro de 2013

CARNE DE CAVALO ASSOMBRA A EUROPA!








O homem é onívoro, isto é, come de tudo.

No entanto, nem todos os homens comem de tudo. As sociedades tem seus códigos, suas tradições, sua cultura.

Carne de cachorro, por exemplo, impensável no Brasil, é comum em vários países do Oriente. Carne de boi (ou vaca) não se come na Índia.

Europeu come, sim, carne de cavalo. Nem todos os europeus, claro. Há alguns países que a repudiam. E não há nada de mal em comer carne de cavalo.

O problema é comer cavalo por boi

Isso é sacanagem. 

A indústria alimentícia da Europa está toda ela sob suspeição de ENGANAR O CONSUMIDOR, usando carne de cavalo em vários alimentos que levam carne, no lugar da carne bovina, indicada nos rótulos dos produtos.






E então? Isso não é cocô?

Comer gato por lebre foi sempre uma expressão popular no Brasil. E muitas piadas são criadas em torno do pobre e belo felino usado em churrasqueiras clandestinas por aí. Mas, agora, não estamos falando de pobres - e mal intencionados - vendedores de churrasquinho de porta de estádio de futebol, mas da poderosa Europa com suas poderosas indústrias alimentícias.

Por isso, meus caros leitores dessas colunas:

- fiquemos duas vezes mais atentos às sacanagens da poderosa indústria de alimentos;

- o preço de não comermos gato por lebre ou cavalo por boi é a nossa vigilância constante;

- se lá na civilizada e desenvolvida Europa, eles - os empresários da alimentação - fazem sacanagem com o consumidor, o que nós, pobres e ainda em desenvolvimento países da América Latina podemos esperar dessa gente?

DESCONFIEMOS SEMPRE! 

E QUALQUER INDÍCIO DE COCÔ - OU SEJA, DE ELEMENTOS ESTRANHOS - EM ALIMENTOS DE QUAISQUER ORIGENS, MAS PRINCIPALMENTE INDUSTRIALIZADOS, VAMOS ESPERNEAR, VAMOS GRITAR, VAMOS DENUNCIAR E NÃO VAMOS NUNCA ACEITAR O SUBORNO DESSA GENTE.

Não aceite troca!

Não aceite mimos!

Não aceite desculpas!


DENUNCIAR É A ARMA QUE O CONSUMIDOR TEM PARA SE FAZER RESPEITAR!




segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

BICHO VIVO EM LANCHE DO MACDONALDS




As desculpas são sempre as mesmas:

- eles afirmam que mantêm alto padrão de higiene etc.

- dizem, ainda, que providências internas serão tomadas...

Mas...

QUE PROVIDÊNCIAS?

 NUNCA ESPECIFICAM!

TREINAMENTO DE FUNCIONÁRIOS?

MAIOR RIGOR NA FISCALIZAÇÃO?

CUIDADO NA ESCOLHA DE FORNECEDORES?

ENFIM, TEMOS QUE REPERCUTIR SEMPRE ESSE TIPO DE NOTÍCIA, PARA DAR A ENTENDER A "ELES" - A VASTA REDE DE INDÚSTRIA DE ALIMENTOS, PRINCIPALMENTE MULTIS - QUE ESTAMOS DE OLHO!

QUE NÃO ADMITIMOS ENROLAÇÃO!

QUE NÃO QUEREMOS DESCULPAS: QUEREMOS NÃO ENCONTRAR MAIS SUJEIRA/COCÔ EM NOSSOS PRATOS!


PORTANTO, PARABÉNS À ESTUDANTE QUE TEVE O DESPRAZER DE ENCONTRAR O BICHO NO LANCHE DO MAC DONALDS POR DENUNCIAR!

É ISSO MESMO QUE TEMOS, SEMPRE, DE FAZER.

DENUNCIAR!

PARA QUE ELES TOMEM VERGONHA NA CARA!


14/12/2012 

Estudante encontra bicho vivo 
em lanche 
de fastfood em SP



 Uma estudante disse ter encontrado um bicho dentro de um lanche do McDonald's na noite de quinta-feira (13) em São Paulo. A cliente percebeu que havia algo semelhante a uma lesma se mexendo em cima do hamburguer após dar a primeira mordida no lanche.


Camila Gatto Serra, 22, disse que a loja onde ela comprou o produto, na avenida dos Bandeirantes, informou apenas que trocaria os lanches. "Eles não deram a devida importância ao caso, parecia que era algo comum", disse.




Camila Gatto Serra/Leitora

Estudante encontra bicho dentro de lanche de McDonald's de São Paulo após dar a primeira mordida



Serra afimou que funcionários da mesma loja já 
haviam trocado um dos refrigerantes diet do pedido por um comum. Segundo ela, a pessoa que consumiria o produto é diabética.
A estudante disse que um dos funcionários marcou o produto como diet e só corrigiu o erro após a cliente e pedir para o funcionário conferisse se o refrigerante era o correto.


OUTRO LADO


Em nota, o McDonald's informou que "segue 

rígidos padrões de higiene e segurança

 alimentar" dos produtos vendidos. A empresa 

também disse que entrou em contato com a 

cliente e que prestou todos os esclarecimentos e 

providências necessárias para a resolução do 

caso e que providências internas serão 

tomadas.


terça-feira, 28 de agosto de 2012

Dona de casa de São José diz ter encontrado rato em pacote de arroz









Uma dona de casa de São José dos Campos, no interior de São Paulo, teve uma surpresa desagradável no último domingo (26). Tainara Alves Santos Silva, de 18 anos, diz ter encontrado um rato morto dentro do pacote de arroz que vinha consumindo há pelo menos duas semanas. O fato virou caso de polícia.

Segundo ela, o pacote de arroz da marca Namorado foi comprado no hipermercado Extra, na zona oeste da cidade, no último dia 15 e imediatamente começou a ser consumido pela família. O produto venceria em 2013. O fabricante disse que segue todas as normas e legislação pertinentes a fabricação de alimentos. 
 Tainara, que mora no Altos de Santana, zona norte da cidade, afirmou que o rato só foi percebido no fim de semana porque o animal morto estava no fundo do pacote de cinco quilos.

"Levei um susto quando vi. Imediatamente fui até a polícia e liguei na empresa, eles apenas me pediram para devolver o pacote, sem nenhuma outra justificativa ou instrução. O pior é que meu filho de 6 meses comeu deste arroz", afirmou Tainara.

O caso foi registrado no 8º DP de São José, no Jardim das Indústrias, e será investigado. O material foi recolhido para perícia. De acordo com o chefe dos investigadores, Anderson Moreira, o animal será examinado pela equipe da Vigilância Sanitária.

"A embalagem não será examinada porque já estava aberta, então também pode ter sido mal armazenamento. Também será feito uma vistoria no local onde o produto foi comprado, o supermercado, e na fabricante do arroz", disse Moreira ao G1.

A jovem afirmou que pretende ingressar com uma ação contra o estabelecimento que vendeu o produto e contra o fabricante. "Eu sempre comprei desta marca, nunca imaginei que isso pudesse acontecer. Estou abismada", declarou. Ela nega que o rato tenha adentrado o pacote em sua residência, depois do pacote ter sido aberto.

Outro lado

A SLC Alimentos, fabricante do arroz Namorado, que tem sede em Porto Alegre (RS), informou que segue todas as normas e legislação pertinentes a fabricação de alimentos e nunca teve este problema anteriormente.

O hipermercado Extra informou que possui rigorosos processos de controle de qualidade de seus produtos e fornecedores e que não foi procurado pela cliente e desconhece a ocorrência, mas que vai apurar o caso em conjunto com o fornecedor do produto.

Veja abaixo a íntegra da nota enviada pela SLC Alimentos:

"A sra. Tainara manteve contato com nosso SAC neste final de semana reclamando a presença de um roedor em um pacote de arroz Namorado. Na segunda-feira, dia 27, tão logo iniciados os trabalhos da semana o SAC procurou a sra. Tainara para se informar do fato e tomar as providências necessárias.

A consumidora não concordou com o nosso procedimento (recolher o produto para análise do caso) e apenas nos informou que procuraria a policia e os meios de comunicação.

Ainda na segunda-feira, vista a gravidade da denuncia e da nossa necessidade de dados para poder estudar e nos posicionar em relação ao assunto, insistimos com a sra. Tainara que nos desse acesso ao pacote. Negado novamente apenas nos informou o lote e data de fabricação do produto.

Com o lote e a data de fabricação estamos rastreando a produção do pacote e tentando identificar alguma anormalidade em nosso processo neste dia. Até o momento nada foi encontrado.

Sem olhar o pacote, o roedor, entender a circunstâncias em que tudo aconteceu, fica praticamente impossível ao nosso pessoal técnico determinar o que pode ter acontecido, já que nossa empresa, que tem mais de 12 anos no mercado, segue todas as normas e legislação pertinente a fabricação de alimentos e nunca se deparou com tal problema.

Seguiremos argumentando com a consumidora a necessidade de acesso ao pacote para que possamos progredir do campo das suposições para o campo do realmente acontecido".





NOSSA AVALIAÇÃO:


- como sempre, desculpas e... só!

- as empresas de alimentação precisam parar de dar desculpas e melhorar seus processos de manipulação e envase de produtos;

- o consumidor deve SEMPRE fazer isso mesmo que dona de casa fez: RECLAMAR, ABRIR BOLETEM DE OCORRÊNCIA, NÃO ACEITAR AS DESCULPAS E, SE POSSÍVEL, PROCESSAR A EMPRESA;

SÓ ASSIM TEREMOS ALIMENTOS DE QUALIDADE EM NOSSAS MESAS.

NÃO PODEMOS ABAIXAR A CABEÇA DIANTE DA CARA DE PAU DAS EMPRESAS E INDÚSTRIAS DE ALIMENTAÇÃO!


sexta-feira, 1 de junho de 2012

TEM COCÔ NAS PRATELEIRAS DE MERCADOS E SUPERMERCADOS, SABIA?




Os consumidores têm de ficar atentos para algo muito importante: prateleiras de mercados e supermercados!


Claro que há gente honesta no setor - e são maioria, espero!


Mas muitos negociantes não estão nem aí para o consumidor: 


1. deixam comida com validade vencida nas prateleiras;
2. mudam datas de vencimento dos alimentos;
3. desligam à noite o sistema de refrigeração.


São práticas criminosas. Que põem em risco a saúde da população.


Fique atento!


Denuncie na Vigilância Sanitária de seu estado ou de sua cidade. Ou procure a POLÍCIA e faça BOLETIM DE OCORRÊNCIA!


NÃO COMPRE COMIDA COM DATA DE VALIDADE VENCIDA, COM SINAIS DE DETERIORAÇÃO OU COM SUSPEITA DE REFRIGERAÇÃO DEFICIENTE!


Brigue por seus direitos. NÃO ACEITE TROCA, NÃO ACEITE DESCULPAS, DENUNCIE! Pois é o único jeito de o CONSUMIDOR SER RESPEITADO.


Leia a reportagem abaixo, publicada hoje no jornal O ESTADO DE SÃO PAULO. O fato se refere à cidade de SÃO PAULO, mas pode estar e, possivelmente, esteja acontecendo em muitas e muitas outras cidade do Brasil.


CEM MERCADOS SÃO PEGOS POR ANO COM COMIDA IMPRÓPRIA


Se incluídos bares e restaurantes, polícia especializada já autuou 661 estabelecimentos em 3 anos; carne e queijo lideram irregularidades




(Camilla Haddad -  do Jornal da Tarde, do grupo O Estado de São Paulo)








SÃO PAULO - Os alimentos expostos nas prateleiras dos supermercados podem virar uma armadilha para os clientes. Nos últimos três anos, 295 estabelecimentos foram flagrados pela polícia por vender comida imprópria para o consumo. Nem grandes redes escaparam das operações do Departamento de Polícia e Proteção à Cidadania (DPPC), que iniciou suas atividades em 2009. 


Queijo, carnes e frangos são recordistas em problemas
Entre as irregularidades encontradas nos mercados de São Paulo estão produtos com prazo de validade vencido, a troca de etiqueta antiga por uma nova e alimentos sem identificação de origem. Queijo, carnes e frangos são recordistas em problemas, principalmente por causa do mau armazenamento. 








O delegado Fernando Schmidt de Paula, titular do Setor de Inteligência do DPPC, explica que as denúncias chegam por telefone e também pessoalmente. Há casos em que investigadores descobrem as falhas e levam o caso ao departamento. O DPPC flagrou 661 locais com irregularidades e, nesse total, incluem-se padarias, bares e restaurantes.
Crime. No fim do ano passado, uma equipe esteve em um mercado da zona leste e retirou das prateleiras 600 quilos de frango estragados e também uma máquina de fabricação de gelo suja, que usava água de um poço artesiano clandestino. O dono do local, um comerciante de 43 anos, foi preso e, segundo Schmidt de Paula, não teve direito à fiança.
Hoje, quem oferece alimento impróprio para o consumo responde pelo crime contra as relações de consumo, que não cabe fiança e prevê de 1 a 5 anos de prisão. Já houve, porém, pessoas detidas que foram soltas na mesma tarde, porque, segundo o delegado, um parágrafo da lei permite que o caso seja registrado como conduta dolosa (com intenção) ou culposa (sem intenção). Se a conduta do dono do estabelecimento é considerada culposa, ele pode ser liberado. 








"Na maioria das vezes, interpretamos como culposo, pois entendemos como uma negligência do comerciante, que deveria agir para os produtos estarem bons", conta o delegado. 


Segundo Schmidt de Paula, antes da criação do departamento especializado, as delegacias regionais faziam esse serviço. 
Riscos. Quem se alimenta de produtos estragados ou armazenados de forma inadequada tem a saúde posta em perigo. Os efeitos são intoxicações que podem provocar dores abdominais e diarreias. É o que explica Juvêncio Furtado, professor da Faculdade de Medicina do ABC. 
Segundo a Coordenadoria de Vigilância Sanitária (Covisa), periodicamente, estabelecimentos que comercializam alimentos, seja por meio de denúncias da população ou inspeção programada, são vistoriados. Denúncias podem ser feitas pelos telefones (11) 3338-0155 ou 181.