RESPEITO AO CONSUMIDOR!

Não queremos DESCULPAS!
Não aceitamos o SUBORNO de troca de mercadoria!
QUEREMOS RESPEITO, para não continuarmos a comer comida podre, com bichos, com cocô!

sexta-feira, 1 de junho de 2012

TEM COCÔ NAS PRATELEIRAS DE MERCADOS E SUPERMERCADOS, SABIA?




Os consumidores têm de ficar atentos para algo muito importante: prateleiras de mercados e supermercados!


Claro que há gente honesta no setor - e são maioria, espero!


Mas muitos negociantes não estão nem aí para o consumidor: 


1. deixam comida com validade vencida nas prateleiras;
2. mudam datas de vencimento dos alimentos;
3. desligam à noite o sistema de refrigeração.


São práticas criminosas. Que põem em risco a saúde da população.


Fique atento!


Denuncie na Vigilância Sanitária de seu estado ou de sua cidade. Ou procure a POLÍCIA e faça BOLETIM DE OCORRÊNCIA!


NÃO COMPRE COMIDA COM DATA DE VALIDADE VENCIDA, COM SINAIS DE DETERIORAÇÃO OU COM SUSPEITA DE REFRIGERAÇÃO DEFICIENTE!


Brigue por seus direitos. NÃO ACEITE TROCA, NÃO ACEITE DESCULPAS, DENUNCIE! Pois é o único jeito de o CONSUMIDOR SER RESPEITADO.


Leia a reportagem abaixo, publicada hoje no jornal O ESTADO DE SÃO PAULO. O fato se refere à cidade de SÃO PAULO, mas pode estar e, possivelmente, esteja acontecendo em muitas e muitas outras cidade do Brasil.


CEM MERCADOS SÃO PEGOS POR ANO COM COMIDA IMPRÓPRIA


Se incluídos bares e restaurantes, polícia especializada já autuou 661 estabelecimentos em 3 anos; carne e queijo lideram irregularidades




(Camilla Haddad -  do Jornal da Tarde, do grupo O Estado de São Paulo)








SÃO PAULO - Os alimentos expostos nas prateleiras dos supermercados podem virar uma armadilha para os clientes. Nos últimos três anos, 295 estabelecimentos foram flagrados pela polícia por vender comida imprópria para o consumo. Nem grandes redes escaparam das operações do Departamento de Polícia e Proteção à Cidadania (DPPC), que iniciou suas atividades em 2009. 


Queijo, carnes e frangos são recordistas em problemas
Entre as irregularidades encontradas nos mercados de São Paulo estão produtos com prazo de validade vencido, a troca de etiqueta antiga por uma nova e alimentos sem identificação de origem. Queijo, carnes e frangos são recordistas em problemas, principalmente por causa do mau armazenamento. 








O delegado Fernando Schmidt de Paula, titular do Setor de Inteligência do DPPC, explica que as denúncias chegam por telefone e também pessoalmente. Há casos em que investigadores descobrem as falhas e levam o caso ao departamento. O DPPC flagrou 661 locais com irregularidades e, nesse total, incluem-se padarias, bares e restaurantes.
Crime. No fim do ano passado, uma equipe esteve em um mercado da zona leste e retirou das prateleiras 600 quilos de frango estragados e também uma máquina de fabricação de gelo suja, que usava água de um poço artesiano clandestino. O dono do local, um comerciante de 43 anos, foi preso e, segundo Schmidt de Paula, não teve direito à fiança.
Hoje, quem oferece alimento impróprio para o consumo responde pelo crime contra as relações de consumo, que não cabe fiança e prevê de 1 a 5 anos de prisão. Já houve, porém, pessoas detidas que foram soltas na mesma tarde, porque, segundo o delegado, um parágrafo da lei permite que o caso seja registrado como conduta dolosa (com intenção) ou culposa (sem intenção). Se a conduta do dono do estabelecimento é considerada culposa, ele pode ser liberado. 








"Na maioria das vezes, interpretamos como culposo, pois entendemos como uma negligência do comerciante, que deveria agir para os produtos estarem bons", conta o delegado. 


Segundo Schmidt de Paula, antes da criação do departamento especializado, as delegacias regionais faziam esse serviço. 
Riscos. Quem se alimenta de produtos estragados ou armazenados de forma inadequada tem a saúde posta em perigo. Os efeitos são intoxicações que podem provocar dores abdominais e diarreias. É o que explica Juvêncio Furtado, professor da Faculdade de Medicina do ABC. 
Segundo a Coordenadoria de Vigilância Sanitária (Covisa), periodicamente, estabelecimentos que comercializam alimentos, seja por meio de denúncias da população ou inspeção programada, são vistoriados. Denúncias podem ser feitas pelos telefones (11) 3338-0155 ou 181.


sábado, 5 de maio de 2012

MAIS UMA FABRICANTE DE CHOCOLATE CONDENADA






Claro que eles esperneiam.

Claro que eles recorrem às últimas estâncias da Justiça.

Afinal, são poderosos. Ganham muito dinheiro.

E ganham dinheiro à custa do consumidor. A quem não respeitam. Porque comercializam alimentos podres, com larvas, com cocô!

Querem jogar a responsabilidade no distribuidor ou no consumidor, mas não cola. O Código de Defesa do Consumidor está aí para coibir esses abusos e nós, consumidores, temos de fazer isto mesmo: pôr a boca no trombone, denunciar, ir à Justiça!

O que exigimos é RESPEITO!

Não aceitamos mais desculpas, não aceitamos mais o suborno da substituição do produto e de cesta de presentes!

Não queremos comer COMIDA COM COCÔ!
 

Vejam a reportagem abaixo e divulguem, porque só com informação é que conseguiremos que as grandes indústrias de alimentação nos respeitem e mudem sua linha de produção, ajam com mais cautela e, principalmente, com mais humildade - aceitando o erro e, acima de tudo, procurando corrigi-lo:

  

LARVAS EM CHOCOLATES RENDEM INDENIZAÇÃO DE R$ 5.000 A CONSUMIDORES EM SÃO PAULO




Do UOL, em São Paulo/04/05/2012



  

De acordo com um dos processos, um cliente foi a uma doceira, em São Carlos (240 km de São Paulo), onde comprou uma barra de chocolates Shot Amendoim, da Lacta. Ao comer um pedaço percebeu que também mastigava algo estranho no produto e acabou se dando conta de que eram lagartas. Após ter ingerido o chocolate, o cliente sentiu náuseas, regurgitou e procurou o pronto-socorro.

No dia seguinte, o cliente procurou a polícia, fez um boletim de ocorrência e enviou o produto ao Serviço de Vigilância Sanitária, que constatou perfurações de larvas, excrementos de larvas e larvas vivas e mortas que alteravam a aparência do produto. O cliente afirmou ter se sentido “profundamente enganado, humilhado e constrangido diante de todo esse quadro, que lhe gerou trauma, tanto que não consegue ingerir chocolate”.


"Impossível"




De acordo com a Kraft, a contaminação de seus produtos é impossível porque eles passam por intenso controle das matérias-primas utilizadas e rígida fiscalização relativa à higienização durante a fabricação. A empresa afirmou no processo que o lote do produto contaminado foi devidamente aprovado. E  que, se houve contaminação do chocolate, esta ocorreu durante seu acondicionamento na distribuidora de doces.

Ao condenar a Kraft, o desembargador Moreira Viegas disse que “o conjunto probatório é contundente em relação à existência de larvas no interior da barra de chocolate. Fotografias demonstram, inequivocamente, a presença de corpos estranhos no produto, o que é corroborado pela perícia".

Ainda segundo o desembargador, mesmo que a contaminação tenha se dado na doceria, a Kraft teria responsabilidade sobre o caso, “na medida em que ele integra a cadeia de fornecimento de produtos ao consumidor, incumbindo-lhe o dever de garantir os riscos que advierem de sua conduta”. A Kraft informou que pretende recorrer da decisão.

Ouro Branco




Em São José dos Campos (104 km de São Paulo), uma cliente também entrou com ação contra a Kraft, porque sua filha de quatro anos teve indisposição intestinal após ingerir um chocolate Ouro Branco. A decisão de primeiro grau condenou a empresa ao pagamento de R$ 5.000 de indenização por danos morais, com base no Código de Defesa do Consumidor.



Neste caso, a Kraft alegou que, além de a indisposição da filha da cliente ter ocorrido dias após a ingestão do produto, conforme relato da própria, a produção do chocolate ocorreu 99 dias antes da reclamação, e as larvas têm ciclo de vida de 30 a 45 dias. “Logo, a contaminação ocorreu no domicílio do consumidor ou no local de venda, o que caracteriza fato exclusivo de terceiro”, informou a empresa.


“Ainda que a contaminação do produto tenha ocorrido no estabelecimento comercial, isto não afasta a responsabilidade do fabricante, pois se o produto estivesse adequadamente embalado não seria possível a entrada de insetos, além disso, o fabricante deve eleger com cautela os responsáveis pela distribuição de seus produtos para o consumo, verificando o atendimento das regras sanitárias pelos distribuidores”, afirmou o juiz.

Dor e sofrimento




A Justiça de São José dos Campos entendeu que a reparação do dano moral é devida, “pois assistir a filha de quatro anos ingerir bombom contaminado por larva gera dor e sofrimento a qualquer mãe, principalmente, considerando o fato de que foi a própria mãe que comprou o alimento e ofereceu à criança sem inspecioná-lo previamente, pois confiava na qualidade do produto. A dor da mãe se deu por repulsa ao inseto repugnante e ao temor dos efeitos da ingestão do alimento contaminado”.

Inconformada com a decisão, a Kraft recorreu ao TJ alegando que a responsabilidade era do comerciante que vendeu o chocolate. Como a 25ª Câmara de Direito Privado, que recebeu este pedido, considerou que a questão não era de sua competência, remeteu o processo para a Câmara de Direito Público, que analisará este recurso. O julgamento ainda não tem data prevista.


terça-feira, 10 de abril de 2012

O "COCÔ" NAS LATAS E GARRAFAS DE REFRIGERANTE



Quando afirmamos que a indústria de alimentos (e bebidas, claro) não têm respeito pelo consumidor, o que queremos é que as pessoas tomem consciência disse e reclamem!

E boicotem, se for preciso!

É a nossa saúde que está em jogo.

Através de alimentos e bebidas industrializados com excesso de conservantes ou de substâncias não comprovadamente estéreis, podemos estar adquirindo doenças ou debilitanto nosso organismo.

E vivendo menos.

Leiam com atenção o artigo abaixo. E pense muito, mas muito mesmo, antes de abrir uma lata ou uma garrafa de refrigerante!

O QUE HÁ NOS REFRIGERANTES QUE CONSUMIMOS




A Coca-Cola e sua "fórmula secreta"

Na verdade, a fórmula 'secreta' da Coca-Cola se desvenda em 18 segundos em qualquer espectrômetro-ótico, e basicamente até os cachorros a conhecem. Só que não dá para fabricar igual, a não ser que você tenha uns 10 bilhões de dólares para brigar com a Coca-Cola na justiça, porque eles vão cair matando.

A fórmula da Pepsi tem uma diferença básica da Coca-Cola e é proposital exatamente para evitar processo judicial. Não é diferente porque não conseguiram fazer igual não, é de propósito, mas próximo o suficiente para atrair o consumidor da Coca-Cola que quer um gostinho diferente com menos sal e açúcar.




Entre outras coisas, fui eu quem teve que aprender tudo sobre refrigerante gaseificado para produzir o guaraná Golly aqui (nos EUA), que usa o concentrado Brahma. Está no mercado até hoje, mas falhou terrivelmente em estratégia promocional e vende só para o mercado local, tudo isso devido à cabeça dura de alguns diretores.

Tive que aprender química, entender tudo sobre componentes de refrigerantes, conservantes, sais, ácidos, cafeína, enlatamento, produção de label de lata, permissões, aprovações e muito etc. e tal. Montei um mini-laboratório de análise de produto, equipamento até para analisar quantidade de sólidos, etc. Até desenvolvi programas para PC para cálculo da fórmula com base nos volumes e tipo de envasamento (plástico ou alumínio), pois isso muda os valores e o sabor. Tivemos até equipe de competição em stock-car.


Tire a imensa quantidade de sal que a Coca-Cola usa (50mg de sódio na lata) e voc ê verá que a Coca-Cola fica igualzinha a qualquer outro refrigerante sem-vergonha e porcaria, adocicado e enjoado. É exatamente o Cloreto de Sódio em exagero (que eles dizem ser 'very low sodium') que refresca e ao mesmo tempo dá sede em dobro, pedindo outro refrigerante, e não enjoa porque o tal sal mata literalmente a sensibilidade ao doce, que também tem de montão: 39 gramas de 'açúcar' (sacarose).

É ridículo, dos 350 gramas de produto líquido, mais de 10% é açúcar. Imagine numa lata de Coca-Cola, mais de 1 centímetro e meio da lata é açúcar puro... Isso dá aproximadamente umas 3 colheres de sopa CHEIAS DE AÇÚCAR POR LATA!...

- Fórmula da Coca-Cola?...



Simples: Concentrado de Açúcar queimado - Caramelo - para dar cor escura e gosto; ácido ortofosfórico (azedinho); sacarose - açúcar (HFCS - High Fructose Corn Syrup - açúcar líquido da frutose do milho); extrato da folha da planta COCA (África e Índia) e poucos outros aromatizantes naturais de outras plantas, cafeína, e conservante que pode ser Benzoato de Sódio ou Benzoato de Potássio, Dióxido de carbono de montão para fritar a língua quando você a toma e junto com o sal dar a sensação de refrigeração.

O uso de ácido ortofosfórico e não o ácido cítrico como todos os outros usam, é para dar a sensação de dentes e boca limpa ao beber, o fosfórico literalmente frita tudo e em quantidade pode até causar decapamento do esmalte dos dentes, coisa que o cítrico ataca com muito menor violência, pois o artofosfórico 'chupa' todo o cálcio do organismo, podendo causar até osteoporose, sem contar o comprometimento na formação dos ossos e dentes das crianças em idade de formação óssea, dos 2 aos 14 anos. Tente comprar ácido fosfórico para ver as mil recomendações de segurança e manuseio (queima o cristalino do olho, queima a pele, etc.).





Só como informação geral, é proibid o usar ácido fosfórico em qualquer outro refrigerante, só a Coca-Cola tem permissão... (claro, se tirar, a Coca-Cola ficará com gosto de sabão).

O extrato da coca e outras folhas quase não mudam nada no sabor, é mais efeito cosmético e mercadológico, assim como o guaraná, você não sente o gosto dele, nem cheiro, (o verdadeiro guaraná tem gosto amargo) ele está lá até porque legalmente tem que estar (questão de registro comercial), mas se tirar você nem nota diferença no gosto.

O gosto é dado basicamente pelas quantidades diferentes de açúcar, açúcar queimado, sais, ácidos e conservantes. Tem uma empresa química aqui em Bartow, sul de Orlando. Já visitei os caras inúmeras vezes e eles basicamente produzem aromatizantes e essências para sucos. Sais concentrados e essências o dia inteiro, caminhão atrás de caminhão! Eles produzem isso para fábricas de sorvete, refrigerantes, sucos, enlatados, até comida colorida e aromatizada.

Visitando a fábrica, pedi para ver o depósito de concentrados das frutas, que deveria ser imenso, cheio de reservatórios imensos de laranja, abacaxi, morango, e tantos outros (comentei). O sujeito olhou para mim, deu uma risadinha e me levou para visitar os depósitos imensos de corantes e mais de 50 tipos de componentes químicos. O refrigerante de laranja, o que menos tem é laranja; morango, até os gominhos que ficam em suspensão são feitos de goma (uma liga química que envolve um semipolímero). Abacaxi é um festival de ácidos e mais goma. Essência para sorvete de Abacate? Usam até peróxido de hidrogênio (água oxigenada) para dar aquela sensação de arrasto espumoso no céu da boca ao comer, típico do abacate.




O segundo refrigerante mais vendido aqui nos Estados Unidos é o Dr. Pepper, o mais antigo de todos, mais antigo que a própria Coca-Cola. Esse refrigerante era vendido obviamente sem refrigeração e sem gaseificaç ão em mil oitocentos e pedrada, em garrafinhas com rolha como medicamento, nas carroças ambulantes que você vê em filmes do velho oeste americano. Além de tirar dor de barriga e unha encravada, também tirava mancha de ferrugem de cortina, além de ajudar a renovar a graxa dos eixos das carroças. Para quem não sabe, Dr. Pepper tem um sabor horrível, e é muito fácil de experimentar em casa: pegue GELOL spray, aquele que você usa quando leva um chute na canela, e dê um bom spray na boca! Esse é o gosto do tal famoso Dr.Pepper que vende muito por aqui.

- Refrigerante DIET


Quer saber a quantidade de lixo que tem em refrigerante diet? Não uso nem para desentupir a pia, porque tenho pena da tubulação de pvc... Olha, só para abrir os olhos dos cegos: os produtos adocicantes diet têm vida muito curta. O aspartame, por exemplo, após 3 semanas de molhado passa a ter gosto de pano velho sujo.

Para evitar isso, soma-se uma infinidade de outros químicos, um para esticar a vida do aspartame, outro para dar buffer (arredondar) o gosto do segundo químico, outro para neutralizar a cor dos dois químicos juntos que deixam o líquido turvo, outro para manter o terceiro químico em suspensão, senão o fundo do refrigerante fica escuro, outro para evitar cristalização do aspartame, outro para realçar, dar 'edge' no ácido cítrico ou fosfórico que acaba sofrendo pela influência dos 4 produtos químicos iniciais, e assim vai... A lista é enorme.

Depois de toda essa minha experiência com produção e estudo de refrigerantes, posso afirmar: Sabe qual é o melhor refrigerante? Água filtrada, de preferência duplamente filtrada, laranja ou limão espremido e gelo... Mais nada !!! Nem açúcar, nem sal.


**O QUE ACONTECE QUANDO VOCÊ ACABA DE BEBER UMA LATA DE REFRIGERANTE**




Primeiros 10 minutos:10 colheres de chá de açúcar batem no seu corpo, 100% do recomendado diariamente. Você não vomita imediatamente pelo doce extremo, porque o ácido fosfórico corta o gosto.

20 minutos:O nível de açúcar em seu sangue estoura, forçando um jorro de insulina. O fígado responde transformando todo o açúcar que recebe em gordura (É muito para este momento em particular).


40 minutos : Cálcio, magnésio e zinco vão para o intestino grosso, aumentando o metabolismo. As altas doses de açúcar e outros adoçantes aumentam a excreção de cálcio na urina, ou seja, está urinando seus ossos, uma das causas das OSTEOPOROSE.

60 minutos: As propriedades diuréticas da cafeína entram em ação.a tudo que estava no refrigerante, mas não sem antes ter posto para fora, junto, coisas das quais farão falta ao seu organismo.




*Pense nisso antes de beber refrigerantes.
Se não puder evitá-los, modere sua ingestão!
Prefira sucos naturais.
Seu corpo agradece!*

Prof. Dr. Carlos Alexandre Fett


Faculdade de Educação Física da UFMT
Mestrado da Nutrição da UFMT
Laboratório de Aptidão Física e Metabolismo

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

A NOJEIRA CONTINUA: BICHO NA SALADA!





A atriz Pérola Faria, que está na novela teen Rebelde (Record), passou por um sufoco na segunda-feira (9). A jovem foi comer uma salada em uma rede de fast food e encontrou um bicho no meio da comida. Revoltada, ela fez questão de reclamar no Twitter.

(http://entretenimento.r7.com/jovem/noticias/que-nojo-perola-faria-encontra-bicho-em-salada-de-lanchonete-20120110.html?question=0)



E é isso mesmo que as pessoas devem fazer: botar a boca no trombone.

Reclamar. E mais do que reclamar: denunciar!

Porque é só com DENÚNCIA do consumidor que bares, restaurantes, redes de fast-food, enfim, todos que trabalham com alimentos vão se preocupar em tirar as porcarias, o cocô, de nossa comida.

Não importa se é gente graúda ou não: diante de fatos não há argumentos.

BOTAR A BOCA NO MUNDO, DENUNCIAR - esta é a arma do consumidor!

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

A PepsiCO ATACA NOVAMENTE: Mulher diz ter encontrado rato em pacote de salgadinho em Santa Catarina




Depois do Toddynho com soda cáustica, agora um RATO!

Pois, é: leiam a reportagem a seguir:

SÃO PAULO - Uma mulher afirma ter encontrado um rato dentro de um pacote de salgadinho da Elma Chips. A dona de casa Angela Maria Ziele, de 45 anos, que vive em Joinville, entrou em contato com o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) para fazer a reclamação.



A PepsiCo Brasil, fabricante dos produtos Elma chips, divulgou nota o caso. A empresa afirma que coletou uma amostra do produto Snack De Montão para análise, para averiguar se a reclamação tem procedência e quais seriam as causas que levaram a contaminação do produto.


Segundo a nota, após a conclusão da avaliação, a empresa "conseguirá informar de forma transparente aos consumidores, bem como buscar evitar novas alterações em nossos produtos". A empresa se colocou à disposição dos consumidores para esclarecimentos.




A dona de casa relata que seu filho de 5 anos chegou a comer algumas unidades dos salgadinhos antes que ela notasse a presença do animal morto. Ela comprou o salgadinho a pedido do filho em um supermercado próximo de sua casa.


http://www.estadao.com.br/noticias/geral,mulher-diz-ter-encontrado-rato-em-pacote-de-salgadinho-em-santa-catarina,784863,0.htm

Promoção da PepsiCo:

Campanha de utilidade pública:

Compre salgadinhos ELMA CHIPS e ganhe uma RATOEIRA!





A PepsiCo acha que nós, consumidores, somos gatos e, por isso, está testando produtos com
"sabor de rato"?



Repetimos o que vimos dizendo até aqui:


- as empresas alimentícias precisam de nossa vigilância constante;
- não temos que aguentar a cara de pau dessa gente;
- denuncie sempre;
- não aceite suborno, isto é, troca de mercadorias ou presentinhos;
- essa gente precisa ganhar VERGONHA NA CARA!


TODO E QUALQUER ELEMENTO ESTRANHO DENTRO DAQUILO QUE COMEMOS É COCÔ!


AS EMPRESAS DE ALIMENTAÇÃO PRECISAM MELHORAR SEUS SISTEMAS DE QUALIDADE. NÃO TEM ESSA DE FATO ISOLADO OU “VAMOS APURAR AS RESPONSABILIDADES”:

NOSSA CAMPANHA POR COCÔ ZERO EM ALIMENTOS, SEJAM INDUSTRIALIZADOS OU NÃO!

NÃO QUEREMOS CONTINUAR A COMER COCÔ!

A NOSSA MELHOR ARMA É
A DENÚNCIA
E O BOICOTE!

sábado, 8 de outubro de 2011

TODDYNHO COM SODA... CÁUSTICA!



O caso do Toddynho com detergente e soda cáustica, no Rio Grande do Sul, que ganhou a mídia nos últimos dias, ilustra bem aquilo que temos repetido neste blog:

NÃO DÁ PARA CONFIAR NAS INDÚSTRIAS ALIMENTÍCIAS PRINCIPALMENTE MULTINACIONAIS.

O caso foi o seguinte: a PepsiCo, grande multinacional de bebidas e alimentos, ao embalar um lote de Toddynho, achocolatado consumido principalmente por CRIANÇAS, cometeu uma “falha” no procedimento de fabricação que acabou envasando detergente no lugar do achocolatado!

E pior: o lote com detergente foi colocado no mercado, no Rio Grande do Sul, provocando queimaduras na boca e no esôfago de consumidores Porto Alegre, Canoas e e São Leopoldo.




Com alimentos, principalmente voltados para um público primordialmente infantil, ISSO NÃO PODE ACONTECER.

A empresa tem que ser devidamente punida, com PROCESSO DE RESSARCIMENTO DOS MALES CAUSADOS e, principalmente, COM MULTAS PESADAS, por INCOMPETÊNCIA e DESCASO COM O CONSUMIDOR.

Deve, ainda, sofrer INTERVENÇÃO E AUDITORIA dos órgãos competentes da Vigilância Sanitária, para REVER SEUS PROCESSOS e TOMAR MAIS CUIDADO COM A LINHA DE PRODUÇÃO.

Enquanto isso, ao consumidor resta BOICOTAR essa empresa, até que todo o caso seja devidamente ESCLARECIDO e os CULPADOS, PUNIDOS.




Por isso, reforçamos sempre as recomendações:

TEMOS QUE FICAR SEMPRE ATENTOS AOS PRODUTOS QUE CONSUMIMOS;

NÃO DEVEMOS NUNCA ACEITAR ESSA HISTÓRIA DE “RECALL”: ISSO É EMPULHAÇÃO – ALIMENTOS NÃO TÊM “RECALL” DEPOIS DE CONSUMIDOS, PORQUE JÁ PROVOCARAM MAL OU ATÉ MATARAM QUEM OS CONSUMIU;

NÃO DEVEMOS ACEITAR SUBSTITUIÇÃO PURA E SIMPLES DE ALIMENTOS ESTRAGADOS - ISTO É SUBORNO! DENUNCIAR É SEMPRE A MELHOR SAÍDA.


E BOICOTE: se uma empresa não tem COMPETÊNCIA para evitar colocar COCÔ em nossas mesas, QUE NÃO SE ESTABELEÇA!

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Procon fecha supermercado do Carrefour por vender produto vencido


PRÁTICA COMUM : PRODUTOS VENCIDOS


Principalmente as grandes lojas de redes de supermercados: os gerentes são useiros e vezeiros em “esquecer” nas gôndolas produtos vencidos.


O consumidor deve ficar atento, também, às promoções de produtos alimentícios, principalmente iogurtes, doces etc.: costumam baixar os preços de produtos que estão com prazo de validade a vencer em data próxima. Se o consumidor não prestar atenção, acaba comprando um número de itens superior às suas necessidades imediatas e, depois, ficando com produtos vencidos em casa.


Portanto, olho vivo na hora das compras em supermercados, para não levar para casa “comida com cocô”, ou seja, produtos vencidos, mal conservados, com embalagens danificadas etc., etc., etc...


Leiam a reportagem abaixo, publicada hoje no portal do UOL:




O supermercado da rede Carrefour na Vila Guilherme, na zona norte da cidade de São Paulo, teve suas atividades suspensas pelo Procon-SP nesta quarta-feira.

A filial do varejista francês, situada na avenida Morvan Dias Figueiredo, foi flagrada por fiscais do órgão paulista vendendo produtos com prazo de validade vencido, "em mais de uma ocasião", conforme boletim divulgado hoje.

O estabelecimento comercial ficará fechado das 8h (horário de Brasília) até as 20h, além de arcar com uma multa de R$ 87,68 mil. Procurada, a assessoria de imprensa do Carrefour ainda não se pronunciou.

O Procon-SP informou que essa unidade já havia sido multada por infrações da mesma natureza e que a suspensão temporária é "pedagógica".

Ainda conforme esse órgão, "o principal objetivo é induzir o fornecedor (...) a adotar medidas mais eficazes para garantir a qualidade dos produtos que expõe a venda ao público consumidor, não apenas no ponto de venda onde foram constatadas as irregularidades, mas em toda sua rede de estabelecimentos".


http://www1.folha.uol.com.br/mercado/975044-procon-fecha-supermercado-do-carrefour-por-vender-produto-vencido.shtml

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

GOIABADA COM MOFO NO WALMART!

Os gerentes de supermercados costumam “esquecer” nas prateleiras produtos com validade vencida.


Não sei se é esse o caso, pois a validade do vidro de goiabada é impossível de ser decifrado, como se pode ver nesta foto:




De qualquer modo, ontem, dia 6 de setembro de 2011, fui ao Supermercado WALMART de São Judas, situado na AVENIDA JABAQUARA, 2979, em São Paulo/SP e comprei este vidro de goiabada marca RALSTON, produzido por INDÚSTRIA ALIMENTÍCIA RALSTON – Estrada Municipal Jorge Uchoa Ralston, km 03 – Terra Roxa, São Paulo:




Hoje, 7 de setembro de 2011, fui abrir a tal goiabada:


E vejam o que encontrei:


Produto mofado













O SUPERMERCADO WALMART é corresponsável com a INDÚSTRIA ALIMENTÍCIA RALSTON em qualquer dos casos:


1. Por comercializar alimento “com cocô”, isto é, impróprio para consumo humano;

2. Ou por haver “esquecido” o produto nas gôndolas após vencimento que, como se vê na foto 1, é impossível de ser determinado corretamente pelo consumidor;

3. Por comercializar alimento com informações não muito claras, com informações que induzem ao erro, como no caso da validade.

Isto é caso típico de desrespeito ao consumidor.




Deixo, aqui, meu protesto e meu alerta: consumidores da região do Jabaquara e adjacências devem ficar espertos com a direção desse supermercado: se a mercadoria está vencida, há dolo; se não está vencida, é preciso que atentam para seus fornecedores.

De qualquer modo, fica sempre a recomendação:

- não aceite substituição de produtos estragados;
- não aceite “presentes”das empresas alimentícias;
- denuncie sempre e, depois, exija o dinheiro de volta!

CHEGA DE COMIDA COM COCÔ EM NOSSAS MESAS!

sábado, 20 de agosto de 2011

MAIS CHOCOLATE PODRE: FERRERO ROCHER!

Nossa campanha é séria: não aceite desculpas ou troca da mercadoria ou presentes, quando encontrar comida - qualquer tipo de comida - estragada, isto é, "com cocô".


Porque é isto o que as empresas fazem: tentam "comprar" o consumidor, calar sua boca, com desculpas esfarrapadas (como deu a Ferrero Rocher no artigo abaixo) ou pedindo "humildes" desculpas.


Mas, se você aceita as tais desculpas; se você aceita a troca da mercadoria estragada; se você aceita os "presentinhos" da empresa, você está sendo CONIVENTE com a bandalheira.


Só denunciando, processando, reclamando muito é que conseguiremos que as empresas que industrializam e vendem alimentos tomem vergonha na cara e melhorem seus controles de qualidade.


Não se deixe enganar: ponha a boca no trombone, quando encontrar comida com cocô!


OVO DE PÁSCOA DA FERRERO ROCHER COM LARVAS VIVAS!


Carol Knoploch, Diário de S.Paulo


SÃO PAULO - A Páscoa de Simone Ferreira da Silva, de 29 anos, foi amarga. Não por falta de ovos dechocolate: gastou R$ 148,89 nas Lojas Americanas e levou para casa dez ovos, dois da marca italiana Ferrero Rocher. Na última sexta-feira, logo após a compra, abriu um deles e achou que algo estava errado.

- Tinha farelo na embalagem de plástico. Mordi e vi uma larva. Joguei o bicho fora e, quando olhei de novo, tinha vários dentro do ovo. Nojento - descreve a vendedora, que presenteou o sobrinho com o outro ovo Ferrero Rocher.

- Por pouco ele não comeu o ovo com as larvas.

- Na Páscoa, criança come chocolate adoidado. Não olha direito para o que coloca na boca. Pode engolir um negócio desses e passar mal - disse Maria Valdeci da Silva, de 57 anos, mãe de Simone, que ganhou ovo de chocolate branco, de outra marca.

Simone comenta que percorreu cinco supermercados atrás do ovo Ferrero Rocher, o predileto do sobrinho. Segundo ela, foi difícil para achar e o preço não é barato, quase R$ 30.

Depois do episódio, não comeu mais ovos de chocolate.

- Perdeu a graça. Só ganhei um bombom do meu marido para matar a vontade - afirmou.
Ela ligou para a Central de Atendimento da Ferrero Rocher no dia seguinte. A empresa informou que enviaria outro ovo nesta terça-feira.

- Mas, depois da Páscoa, não quero mais - disse.

Simone fotografou o ovo, cuja validade expira em 31 de julho, anotou o número de série (7797394000282) e guardou a nota fiscal da Lojas Americanas, à Rua 12 de Outubro, 82/92. Pensa em processar as empresas.

- Tive dor de barriga. Provavelmente, reação psicológica, porque foi muito nojento.
O italiano Paolo Cornero, responsável pela área comercial da Ferrero Rocher no Brasil, disse que o problema não é de fabricação.

- Nossa fábrica em Poços de Caldas tem mecanismos para assegurar que isso não aconteça. Um deles é atrair as borboletas, se elas conseguirem entrar na fábrica, por meio do olfato. Assim, não depositam os ovos nas avelãs, que processamos há mais de 60 anos - explica.

Segundo ele, as fábricas têm pressão do ar superior ao ambiente externo justamente para evitar que o ar e, conseqüentemente bichos, entrem ao abrir uma porta, por exemplo.

- Com a pressão maior, o ar do interior é que vai para fora - diz Cornero, para quem as larvas são de borboleta.

- Elas se alimentam principalmente de farinha e de nozes (ou avelã). Deve ter sido transferência de contaminação na estocagem. Os ovos se transformam em larvas e, depois, em borboletas. O ciclo é de 28 dias.

O executivo disse ainda que a distribuição do produto é feita em caminhões refrigerados para evitar contágio. Observa que, dos 3,2 milhões de ovos vendidos no Brasil nesta Páscoa, apenas esses dois ovos apresentaram problema. A empresa vai analisar o ovo em laboratório.

Já o revendedor respondeu por email: “As Lojas Americanas informam que o fato relatado foge aos padrões de qualidade e de prestação de serviços da empresa. A companhia adota processos rígidos de controle de estoque e de exposição de produtos para seus consumidores. Esclarece por fim que vai averiguar o ocorrido para que o caso seja esclarecido.”

domingo, 14 de agosto de 2011

CHOCOLATE COM BICHO!!!






Estabelecimentos que comercializam comida têm que ter cuidados especiais com aquilo que vendem.


Têm que verificar a DATA DE VALIDADE dos produtos.


Têm que manter HIGIENE ABSOLUTA do ambiente e de seus funcionários.


Têm que manter a REFRIGERAÇÃO LIGADA o tempo todo, para produtos que exigem temperaturas baixas.


Enim, têm que ter RESPEITO ao consumidor.


E mais: os fabricantes também são responsáveis, solidariamente, com os pontos de venda de seus produtos. Devem, também, além de se responsabilizar pela QUALIDADE dos mesmos, fiscalizar o cumprimento das regras de HIGIENE e de BOAS CONDIÇÕES SANITÁRIAS dos estabelecimentos que comercializam seus produtos.


O CONSUMIDOR tem que RECLAMAR, BOTAR A BOCA NO TROMBONE, IR À JUSTIÇA, quando se sentir prejudicado pela INCOMPETÊNCIA de todos aqueles que comercializam alimentos, para que não coma COCÔ!


Ah, sim: neste blog, COCÔ é tudo aquilo que NÃO É ALIMENTO mas aparece como "EXTRA" na comida que consumimos, seja ela qual for, venha de onde vier!

Leiam o texto a seguir, e compreenderão melhor o que queremos dizer:


Chocolate infestado por larvas gera indenização por danos morais


(Extraído de: Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios - 04 de Agosto de 2011)




A 1ª Turma Cível do TJDFT manteve a condenação das Lojas Americanas e Chocolates Duffy LTDA para pagarem indenização a uma consumidora e seu filho que adquiriram um chocolate contaminado por larvas vivas e ovos de inseto. Serão pagos, solidariamente, a título de danos morais, R$ 3.500 mil à criança e R$ 1 mil à sua mãe. A decisão foi por unanimidade e não cabe mais recurso.

De acordo com o processo, a consumidora comprou nas Lojas Americanas uma barra de chocolates da marca Duffy. Ao chegar em casa, entregou pedaços do doce ao seu filho, que os comeu. Ao pegar mais pedaços viu larvas vivas saindo de dentro do chocolate. No dia seguinte, o menor teve disfunção intestinal e a consumidora registrou ocorrência na Delegacia de Defesa do Consumidor, que apreendeu o produto e levou para análise. A análise demonstrou que a validade estava ilegível e que o consumo do produto era impróprio por apresentar ovos de larvas de insetos e larvas vivas.

A Loja Americana afirmou ser parte ilegítima, pois a responsabilidade seria do produtor do doce que embalou e distribuiu produto impróprio para o consumo humano. Alegou, ainda, que não há provas nos autos de que o produto estava com a validade ilegível no momento da compra. Já a empresa Duffy sustentou que não pode ser responsabilizada pelos produtos que se encontram em pontos de revenda, onde ficam alheios aos cuidados e controles de qualidade da produtora. Também argumentou que a sentença se baseou em prova produzida unilateralmente e insuficiente para comprovar que a contaminação se deu por sua parte.




Para a Turma, a relação é regida pelo Código de Defesa do Consumidor, onde todos os envolvidos na cadeia de consumo devem responder pelos danos causados. O vício do produto ficou comprovado por prova produzida por órgão oficial que atesta que o chocolate "estava contaminado com larvas vivas estranhas ao produto". Quanto ao dano moral, os julgadores entenderam ser "incontestável que o bem-estar dos autores foi afetado ante a constatação da presença de larvas vivas no chocolate consumido pelo menor (...) O sentimento de repugnância e a preocupação com as consequências advindas do consumo de alimento contaminado pela criança, sem nenhuma dúvida, provocou dano aos autores passível de indenização".

Nº do processo: 20060710245127

http://tj-df.jusbrasil.com.br/noticias/2794342/chocolate-infestado-por-larvas-gera-indenizacao-por-danos-morais

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

SANDUÍCHE COM LESMA: EXEMPLO A SER SEGUIDO




É o que pregamos, aqui: não aceitar a conversa fiada de empresas que não cuidam da higiene dos alimentos que produzem.

Se encontrar “cocô” na sua comida, não tenha dúvida: ponha a boca no trombone! Reclame, divulgue, processe!



FALTA DE HIGIENE É CRIME CONTRA O CONSUMIDOR!


Quem produz alimentos para a população – a preços, muitas vezes, abusivos – tem que tomar cuidados extras, tem que ter RESPEITO.

Não aceite desculpas, não aceite trocas, NÃO ACEITE SUBORNO!

Leiam o caso abaixo e tirem suas conclusões:


Extraído de: Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios


Lesma em sanduíche gera indenização de R$ 1,5 mil




O hipermercado Carrefour pagará indenização no valor de R$ 1,5 mil, a título de danos morais, a um consumidor que encontrou uma lesma no sanduíche adquirido em uma de suas lojas. A decisão é da 2ª Turma Recursal dos Juizados Especiais que, por unanimidade, reformou sentença do 4º Juizado Especial Cível de Brasília.

De acordo com o processo, o consumidor comprou um sanduíche no mercado e, após consumir parte do produto, detectou que havia uma lesma sobre a alface. Foram juntadas aos autos fotos e nota fiscal, que comprovaram a presença do molusco no alimento e a compra do produto no estabelecimento.

O Carrefour negou a ocorrência do fato e afirmou que o produto não estava impróprio para consumo. Entretanto, foi condenado a restituir o valor pago pelo sanduíche (R$ 1,98) e a pagar R$ 100 reais de indenização por danos morais. Inconformado com o valor estipulado, o consumidor recorreu.

Segundo a Turma, o Código de Defesa do Consumidor estabelece que o fornecedor deve sempre prevenir a ocorrência de danos ao consumidor e, no caso, não houve atenção a esse objetivo. De acordo com os magistrados "sem qualquer dúvida, encontrar uma lesma dentro do sanduíche que se está comendo causa nojo, repulsa, desconforto e constrangimento ao consumidor, provocando ataque ao patrimônio imaterial deste, além de eventuais danos materiais".

O órgão julgador entendeu por majorar a indenização fixada por dano moral, visto que o montante não satisfez a intenção de diminuir a dor moral sofrida e nem desestimula o comportamento do hipermercado. Não cabe mais recurso da decisão.


Nº do processo: 20090111460504

http://www.jusbrasil.com.br/noticias/2798716/lesma-em-sanduiche-gera-indenizacao-de-r-1-5-mil

quarta-feira, 27 de julho de 2011

CAMISINHA NO EXTRATO DE TOMATE



Não há desculpa para a irresponsabilidade das empresas de produtos alimentícios.


Por isso, nossa campanha:


- não aceite troca de mercadorias com problemas, por outras ou por cestas de presentes, como muitas empresas costumam fazer: DENUNCIE!


- porque só com denúncia é que essas empresas passarão a respeitar o consumidor;


- porque só com processos judiciais, quando for o caso, é que essas empresas melhorarão seus controles de qualidade;


- se nós, consumidores, não pusermos a boca no mundo, continuaremos a ser desrespeitados e continuaremos a comer COMIDA COM COCÔ, ou com CAMISINHA, como no caso abaixo que é emblemático, porque uma grande empresa foi CONDENADA PELA JUSTIÇA!


Leia a reportagem!



Consumidora encontra camisinha misturada no extrato de tomate




A 9ª Câmara Cível do TJRS condenou a Unilever Brasil Alimentos Ltda a indenizar uma consumidora que achou um preservativo masculino na lata de extrato de tomate, após o preparo da refeição da família. A sentença proferida na 2ª Vara Cível da comarca de Lajeado (RS) foi confirmada pelo tribunal gaúcho.

A petição inicial narrou que o prato do almoço fora almôndegas ao molho de tomate. Depois da refeição, a dona de casa foi retirar da lata - para guardar em outro recipiente - o que havia sobrado do extrato de tomate da marca Elefante. Ela percebeu, então, um pouco de mofo mais ao fundo na lata e mexeu no conteúdo.

Foi quando encontrou um preservativo masculino enrolado no meio do molho. Após a localização da camisinha, a consumidora e seus familiares se sentiram nauseados, inclusive com vômitos.

Indignada com o ocorrido, ela procurou a Unilever. Por meio de ligação telefônica, a empresa disse que iria substituir a lata por outra e que "a consumidora procurasse os seus direitos".

A lata - com o resto do molho e a camisinha - foi levada à sede da Univates, em Lajeado, para análise. Com o laudo em mãos, a autora ingressou na Justiça postulando indenização pelos danos extrapatrimoniais sofridos com a ingestão do produto.

O ação foi julgada pelo pretor João Gilberto Marroni Vitola. Na sentença, ele comenta o laudo pericial que apontou que "a camisinha encontrada dentro da lata de extrato de tomate estava com a ponta amarelada".

A Unilever tinha alegado, na contestação, que "todo o processo de produção e embalagem do produto referido é automatizado, não havendo contato humano". No entanto, o pretor considerou que "a empresa não negou a existência de profissionais que acompanham o processo e que podem intervir a qualquer momento em razão de algum descontrole no programado".

Desta forma, o julgado monocrático concluiu que "os danos morais causados à autora são evidentes, à medida que passou por momento de profundo desgosto, inclusive tendo sido afetado o restante da família após a refeição e diante da cena grotesca enfrentada".

Pelos critérios da sentença, a condenação atualizada e com juros chega a R$ 11.600,68.

Na 9ª Câmara Cível do TJRS, a desembargadora relatora Marilene Bonzanini avaliou que "o sentimento de insegurança, repugnância e o nojo experimentados pela autora da ação geraram os danos morais alegados, o que se conclui pelo mero conhecimento da cultura de nosso povo não se acredita que qualquer pessoa não se sinta repugnada ao encontrar um preservativo, supostamente usado, em produto alimentício utilizado no preparo de refeição para a família".

Os advogados Rubem José Zanella, Carlos Renato Bastier Lantieri e Débora Inês Zanella Rodrigues atuaram em nome da autora. A honorária sucumbencial dos profissionais será de 20% sobre o valor da condenação. (Proc. nº 70041080789 - com informações do TJRS e da redação do Espaço Vital).

A Unilever é uma multinacional anglo-holandesa líder em vendas de bens de consumo em vários países do mundo. São produtos alimentícios, de higiene e de limpeza.

Foi fundada em 1929, pela fusão da fábrica inglesa de sabão Lever Brothers com a fábrica holandesa de margarina Margarine Unie.




Veja a relação de seus produtos.

Alimentos:

Ades
Arisco
Becel
Karo
Doriana
Hellmanns
Azeite Galo

Alimentos com a marca Knorr/Cica:

Maizena
Lipton Ice Tea
Slim-Fast
Kibon
Chokito

Produtos de limpeza:

Brilhante
Cif
Comfort
Minerva
Omo
Surf
Desodorantes
Skip
Axe

Cremes dentais:

Clear
Close Up

Sabonetes:

Dove
Gessy Cristal
Lux
Rexona
Seda
Vasenol
Vinólia
Lifebuoy